E3 2016 – EA

EALOGO

Amigos e amigas Gamers! Vamos aos destaques da conferência da EA!

Mass Effect Andromeda

Mais uma vez empurrado para a frente, mas não tem problema! Que demore o tempo necessário para ficar incrível!

FIFA 17

Como já mencionamos em alguns podcasts (confiram aqui e aqui), os jogos de esporte poderiam ter um modo história. Acho que chegou a hora, e ainda com a Frostbite Engine!

Titanfall 2

O flop está de volta!

Battlefield 1

Depois de um dos trailers mais acessados no youtube, agora vem o gameplay! Confiram!

Fe

Este ano a EA veio com uma aposta interessante e diferente dos jogos em geral dela (assim como o Unravel no ano passado). Detalhe este jogo é o primeiro do EA Originals que será o selo especial que publicará jogos independentes.

Confiram aqui toda a apresentação!

 

Resenha: Star Wars Battlefront

star wars 0

Jogue. Ou não jogue. Tentativa não há.


 Há muito tempo atrás, numa galáxia muito muito distante…

Já se passaram 10 longos anos desde a última vez os fãs de Star Wars viram um filme da saga na telona dos cinemas. Talvez por mera coincidência, o ano de 2005 marcou não só o lançamento do Episódio III: A Vingança dos Sith, como também foi o ano do lançamento do último jogo da série Star Wars Battlefront. E, já que em 2015 vamos poder ver de novo Luke, Han e Leia em todo seu esplendor na tela dos cinemas no Episódio VII: O Despertar da Força, porque não aproveitar também para cair dentro do novíssimo e repaginado Battefront?

Lançado este ano para PC, Xbox One e PS4, publicado pela Eletronic Arts e produzido pela DICE – responsável pela mundialmente famosa série de jogos de tiro Battlefield – Star Wars Battlefront traz uma vez mais para dentro do seu videogame o maravilhoso universo Star Wars. Caberá a você se alistar ao exército imperial ou ao lixo rebelde numa guerra que se estenderá certamente ao longo dos anos vindouros – ou quem sabe talvez só ao longo das suas madrugadas insones.

star wars 4“Nada melhor para despertar do que um pouco de velocidade”

Uma obra de arte em suas mãos

Após jogar por mais de 40 horas, não é maluquice dizer que em cada partida me surpreendo com o magnífico trabalho da EA/DICE de transportar todo um universo que tanto amamos para dentro de um disco de bluray.

Falando friamente, já estamos acostumados a travar batalhas de longa escala na série Battlefield. Não é nada novo. Entretanto, nada se compara viver todos os intensos momentos de uma guerra nas estrelas.

A forma como a trilogia original se transmuta para o jogo e como é possível recriar momentos históricos dos filmes clássicos é algo que – arrisco dizer – nunca foi feito em videogame. O visual polido e refinado torna o ambiente tangível: você vai poder, por exemplo, cruzar o horizonte branco de Hoth ou se embrenhar na floresta de Endor, deixando de ser apenas um mero espectador para se tornar um protagonista da saga Star Wars.

O preciosismo e o carinho nos detalhes me agrada. Parece que tudo dos cinemas foi trazido para o game: desde pequenos detalhes como a pistola de Han Solo, até os gigantescos AT-AT’s. E caso não seja suficiente para você ser apenas um mero soldado, você também poderá personificar os personagens clássicos da série para destroçar seus inimigos. Afinal, quem nunca quis enforcar um rebelde usando os poderes do lado negro força?

star wars 2Eu acho a sua falta de fé perturbadora.

 A jogabilidade: Sinta a força!

Sendo um jogo majoritariamente multiplayer, a EA/DICE fizeram um ótimo trabalho em trazer uma boa gama de modos disponíveis. Além do tradicional mata-mata (chamado de Blast no jogo), uma série de outros modos estão disponíveis para os fãs.

As batalhas de larga escala podem ser jogadas nos modos Walker Assault (onde os rebeldes têm de se defender do ataque dos AT-AT’s) e Supremacy (similar ao modo Rush da série Battlefield).

O tradicional pique-bandeira é jogado no Capture The Cargo. Já Droid Run e Drop Zone são similares ao conhecido modo Conquest: porém, ao invés das bandeiras serem capturadas em pontos específicos e pré-determinados no mapa, são pequenos droides móveis ou Pods que randomicamente caem do céu que devem ser o objetivo de busca de cada time, respectivamente.

Caso você esteja em busca de uma aventura mais emocionante, pode embarcar no modo Hero Hunt, onde os níveis de tensão alcançam pontos altíssimos num mata-mata de todos-contra-um, com o “um” sendo um herói ou vilão clássico da série. Em Heroes vs Villains, dois times se digladiam para tentar aniquilar os personagens míticos do time oposto.

Como se não fosse suficiente, a batalha alcança também os céus no modo Fighter Squadron – e se você for rápido o suficiente ainda pode controlar a sucata intergaláctica Millenium Falcon ou a magnífica nave Slave I do Mercenário Bobba Fett.

Variedade é o que não falta.

star wars 1Mais um belo dia para caçar lixo rebelde.

 O lado negro do Jogo – Is it a trap?

Por mais fã que eu seja e por maior que seja minha vontade de bradar que este é o melhor jogo de todos os tempos, infelizmente existem sérios pontos a serem levantados, o mais crucial sendo a completa ausência de uma campanha single player. Embora o jogo ofereça um robusto modo survival e arenas de batalhas para um jogador, é triste reconhecer que o game não traz nada relevante em termos de história – nem mesmo aqueles modos fajutos para um jogador já conhecidos das séries Call of Duty e Battlefield.

Além disso o game sofre com uma péssima estrutura de matchmaking. Além de não poder montar um time (o jogo só permite que você crie duplas), não existe nenhuma opção para selecionar o servidor no qual você deseja jogar.

Outro ponto pecaminoso é a customização de armas, que inexiste. Elas são poucas e eventualmente você ficará saturado de todas. Como se não bastasse, o game recompensa muito pouco o player por subir de nível – com exceção de um skin de shadow trooper aqui e outro acolá. Decepcionante.

star wars 3“Infelizmente, por vezes você vai achar que está faltando algo no game”

O Veredito Final. Vale a pena?

Como diria o sábio Qui Gon Jin, “o seu foco determina a sua realidade”.

Para os que não suportam Star Wars – e merecedores de uma morte lenta devido a este fato, sugiro jogar antes de comprar. Os jogos de primeira pessoa que competem com Star Wars Battlefront são mais robustos e dão mais opções ao jogador.

Para os fãs de Star Wars o jogo é indispensável – e mesmo que você não seja um fã de jogos de tiro, vai perder horas da sua vida grudadas na televisão simplesmente pelo invólucro magnífico em que esta obra prima se apresenta.

No final das contas, se você ama Star Wars, seu coração passará por cima de todos os problemas existentes e sem dúvida alguma você vai amar Star Wars Battlefront. A força é forte neste jogo. Afinal, quem em sã consciência pode resistir à tentação de enlaçar um AT-AT usando o cabo de um Speedster no último segundo de uma partida?

Nota: star wars nota (4,0 de 5,0)

DLC #008: Brasil Game Show 2015

CastDLC008-VitrineBGS2015

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Arte da vitrine: Rodrigo Estevão
Edição: Diego Ferreira

Amigos Gamers! Sejam bem-vindos ao DLC final das conferências! Diego Ferreira, Diogo Moura, Rodrigo Estevão e Priscila Moura contam as suas experiências no maior evento de games da América Latina! Falamos da organização e disposição do evento, dos stands, da área de Indies e claro, de jogos! Apresentamos também um conteúdo extra onde discutimos o recente aumento de preços dos games e do Xbox no Brasil.

Dica: Escutem até o final depois das despedidas 😉

Conteúdo extra sobre a BGS:

– Brasil Game Show 2015: Dia da imprensa
– Brasil Game Show 2015: Indie Dream Match Edition
– Brasil Game Show 2015: Povão Championship Edition
– Brasil Game Show 2015: Momento em fotos

Curtiram o conteúdo? Deixem as suas opiniões aqui na nossa postagem ou nosso facebook e sejam gamers como a gente!

DLC #007: Electronic Game Show 2015 México

CastDLC007-VitrineEGS2015

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Arte da vitrine: Rodrigo Estevão
Edição: Diego Ferreira

Olá Amigos Gamers! Sejam bem-vindos a mais um DLC! Hoje nosso correspondente internacional, Rodrigo Estebán nos dará as suas impressões sobre a EGS 2015! A maior feira de games do México que ocorreu em 2, 3 e 4 de outubro! Quais serão as novidades? Muitas filas? Confiram tudo isso dando o play nesse episódio! Complementem a sua experiência lendo a matéria de Rodrigo Estebán para o evento aqui!

Fotos extras do evento:

Conferência EA
Campeonato PES
Cosplay 1
Cosplay 2
Cosplay 3
Retro Atari
Retro SNES
Retro Genesis
Pro Controller
RETRON 5: Street Fighter
Pac Man no NES (pirata, é claro :p)
Mega Bloks 1
Mega Bloks 2
PS4 Darth Vader
Saint Seiya

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Artigo: Electronic Game Show 2015 – México

E quem diria que a minha primeira conferência de games seria internacional?

Aproveitando minha temporada de trabalho no México resolvi dar uma conferida na Electronic Game Show 2015, conferência de games bem similar à nossa brasileiríssima Brasil Game Show que ocorrerá no próximo final de semana. A conferência ocorreu na Cidade do México nos dias 2, 3 e 4 de Outubro.

Querem saber como foi? Vamos lá!

egs1“David Quijano, correspondente mexicano do GCG e eu, logo após chegar na conferência”

Chegando ao local, fui pego de surpresa pela fila quilométrica de mexicanos ávidos para conhecer as novidades lá apresentadas. Gamers jovens e velhos, gamers homens e mulheres, gamers cosplayers, gamers pais e gamers filhos – todos estavam presentes.

Todos gamers como a gente, claro.

egs2“Uma hora e meia de fila para jogar videogame? Moleza”

Logo ao entrar fui saudado pelo enorme stand da Sony. Lá podiam ser jogados o novíssimo Until Dawn, o também novíssimo-porém-ao-mesmo-tempo-velhíssimo Assassins Creed Syndicate, a coletânea remasterizada de Uncharted, Nathan Drake Collection e muitos outros, como Tearaway Unfolded, Metal Gear Solid V e God of War 3 Remaster.

egs3“Stand da Sony, um lugar que gamers como a gente podem chamar de casa”

De lambuja, também havia uma sala fechada que apresentava um gameplay exclusivo de Uncharted 4 (entretanto, infelizmente nada mais era do que o vídeo apresentado na E3 2015, porém estendido de mais 5 minutos de inédita ação ininterrupta)

Também era no stand da Sony que rolava o pega-pra-capar do Call of Duty: Black Ops III, onde se formava a fila que era – de longe – a maior de toda a conferência. O fato curioso vai para a presença de crianças jogando o jogo; não havia qualquer proibição por parte dos organizadores do evento.

egs7“A grande pergunta é: como você vai explicar quando chegar em casa depois de ser comandado por uma criança de 5 anos?”

Logo ao lado, no stand da EA, podíamos pilotar os carros do novo Need for Speed, pular sobre os prédios de Mirror’s Edge Catalyst, nos enrolarmos nos fios de lã de Unravel e disputar um torneiozinho de FIFA 16 onde o ganhador seria presenteado com nada menos do que aproximadamente 20 mil reais.

Entretanto, nada disso importava quando existia a possibilidade de jogar em uma sala fechada a demo do Star Wars: Battlefront. Cada segundo valeu a pena enquanto sorví a obra prima antes que o controle fosse arrancado de minhas mãos.

egs4“Infelizmente era proibido tirar foto lá dentro, portanto fiquem apenas com uma foto da sala por fora e minha palavra de gamer de que o jogo vale a pena”

Andando um pouco mais podia se chegar ao stand da Bandai, onde vários televisores disponibilizavam Naruto Ultima Ninja Storm 4 para ser jogado. Apaixonados por Cavaleiros do Zodíaco como nós brasileiros, os mexicanos também faziam fila para jogar o novo jogo do anime, Alma dos Soldados.

Mas a cereja do bolo ficou – na minha modesta opinião – com Dark Souls 3. Como os controles de PS4 circulavam entre os gamers a cada morte, a fila andava rápido. Espero ansiosamente para destrinchar esta obra prima com mais calma.

egs5“Jogando Dark Souls 3 – Tempo médio de jogo por gamer: 30 segundos.”

A Konami trazia como grande atração o PES 2016. Nosso camisa 10 Neymar estava lá presente como garoto propaganda – em papelão, pelo menos. Assim como no FIFA 16, vários campeonatos eram organizados, apesar dos prêmios não serem tão vultuosos.

Já no stand da Capcom a porrada rolava solta no novíssimo Street Fighter V. Os campeões dos embates de versus ganhavam uma oficial e exclusiva faixa vermelha do Ryu para ostentar na testa durante a conferência.

rodyu“Qualquer semelhança é apenas mera coincidência”

A EGS 2015 também trazia uma área especial para os gamers mais velhos. Era possível jogar desde Atari até Super Nintendo – uma bela overdose de nostalgia. Space Invaders, Pac man, Golden Axe, Super Mario World; eles tinham de tudo um pouco. Nada melhor do que voltar aos tempos de moleque.

egs6“Enquanto isso, essa criança realizava o sonho do Diego Ferreira de jogar o Virtua Boy”

A conferência foi realmente um achado para mim. Fui surpreendido pelo comprometimento, organização e profissionalismo. Fica a dica para quem estiver por aqui pelo México em Outubro de anos vindouros.

Querem saber mais detalhes do que rolou? Aguardem o nosso podcast que sairá ainda esta semana!

Um grande abraço e até lá.