DLC #021: Especial E3 2017

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Arte da vitrine: Rodrigo Estevão
Edição: Diego Ferreira
Participantes: Diego Ferreira / Rodrigo Estevão / Fabio “Sommelier de conferências” Sagaz
Música de encerramento: Escape from the City (Sonic Adventure 2) // Jonathan Young

Olá Amigos e Amigas Gamers! Sejam bem-vindos a mais uma cobertura da E3 pelo Gamer Como a Gente! Por mais que a E3 tenha perdido um pouco da sua relevância e chamariz, a gente ainda gosta de se reunir para falar sobre o evento, então venham ouvir os nossos comentários e se divertirem conosco.

Apertem o play e vamos lá!

Já conhecem a nossa forja de armaduras? É bem aqui! Não deixem de ver a nossa estampa “Tifa – Materia Girl“! Adquira já a sua camiseta Gamer Como a Gente!

Dúvidas, sugestões, xingamentos, desafios ao mestre platinador é só chamar a gente no email: gamercomoagente@gmail.com

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Resenha: Fifa 17

fifa17logo“O melhor do futebol, para o amante do esporte”


Que FIFA é o melhor jogo de futebol já não é novidade, as novidades vão além disso. Com engine ainda mais potente, conteúdo mais robusto, a franquia da EA se solidifica no mercado mais uma vez com o capricho dado aos seus fãs. É seguro afirmar que nunca a série foi tão bonita e o uso da Frostbite, engine usada nas franquias Battlefield traz mais física, detalhes e a melhor realidade do futebol já vista em um vídeogame.

fifa17-1“Futebol não se joga com PES.”

Por mais relevante que sejam as mudanças, são mudanças anuais, caprichos e detalhes oriundos da experiência e bagagem nos últimos anos, mas nada se compara a “Jornada” e ao “Fut Champions”. Vamos as novidades!

Fut Champions – Ultimate Team

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“Perca seu final de semana e sua namorada. Ganhe a Weekend League”

Carro chefe da franquia nos últimos 2 anos, o modo Ultimate Team se aperfeiçoou, e esse ano trouxe o modo Fut Champions ou Weekend League (Liga do Final de Semana).

O foco é o mesmo. No melhor estilo “Master Liga” você começa com um time ruim, baseando-se em cartas que são os jogadores do seu clube. Pra quem não conhece o modo de jogo,funciona assim: Você compra as cartas e vai melhorando seu Deck/Time. O baralho é simbólico, o que vale mesmo é o time que é formado conforme os nomes e jogadores, entrosamento ou química e rendimento do time (isso afeta o gameplay). Seu papel é “farmar” coins necessários para elaboração de um time competitivo. (Ouse sonhar em comprar um Neymar).

É seguro afirmar que a EA tem enchido seus cofres com os modos, e suas micro transações, afinal a galera quer time bom antes da hora e muita gente paga por isso. Mesmo sendo pack de sorteio, o famoso FIFA Point é um sucesso de venda, dado o fato que a EA e o FIFA conseguiram fazer sua própria economia, seu próprio mercado de ações interna no jogo, onde você pode aplicar, investir e fazer tradings para rentabilizar seu clube e investir em novos jogadores.

O modo é o melhor da franquia, ouso dizer, é viciante, divertido e extremamente realista. Se quiser uma vida, não o jogue! Se for gamer, jogue e não viva!

Não bastasse isso, a EA mais uma vez quis inovar, e trouxe ao público a Fut Champions, a Liga do Final de semana. O objetivo é, jogue online mundialmente na semana e se classifique no mata-mata diário para a sonhada Liga do Final de Semana, e ai meu amigo prepare o coração. Enfrentará os melhores, e passará muito perrengue, em contrapartida receberá diversos prêmios, as melhores cartas, melhores jogadores, alguns exclusivos, e você ostentará com seus amigos.

Existe só um problema no novo modo incorporado ao Ultimate Team. A demanda que nos leva, são 40 partidas em 3 dias (Sexta a Domingo), o que pra qualquer pai de família ou pessoa atarefada é o final de semana todo (Leia-se, reclamo mas jogo todos). Muitas das vezes você não vai conseguir jogar todos, mas anote isso. Você fará de tudo, inclusive evitar eventos!!

Alex Hunter – A Jornada

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O aguardado modo história nunca visto em um game desse porte é simplesmente a maior aposta da série. Nomeado como “Jornada”, o enredo se apega aos maiores clichês da vida quando trata-se de superação, principalmente no futebol, a narrativa é marcada de pontos fortes.

Sem spoilers a deriva, a história é vivida pelo protagonista Alex Hunter, o típico garoto desacreditado que sonha em ser jogador profissional. Alex é impulsionado pelo seus pais, e principalmente seu avô, estrela da Premier League nos anos 50.

Seu maior desafio como player é estar acima das expectativas do treinador, seja em treino ou jogo oficial. Os principais métodos são narrados em forma de objetivos, ao exemplo: Entre, marque um gol, atinja nota 8 e dê um passe.

Sem mais delongas, você será testado a frio, como qualquer jogador na vida real, e sua tarefa é simples: Atingir os objetivos para satisfação do torcedor e seu treinador. Os pontos são somados conforme passe, gol, recebimento, passagem, drible certo e qualquer jogada com objetivo, por sua vez os erros destes, descem sua avaliação, ponderando uma nota no final do jogo.

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Ao final de cada jogo, você tem a chande de ser nomeado o jogador da partida, e com isso será dado início a uma entrevista ao vivo com a televisão britânica. É exatamente nesse momento que as coisas ficam mais divertidas, cada sessão de pergunta pode ter 3 tipos de respostas, classificadas aproximadamente como: Conservadora, Cooperadora ou Individualista. Ou até, Quente, Fria ou Morna. Ex: é possível afirmar que a vitória veio pois você se considera o craque do time e sem você não seria igual, ou até mesmo que venceram por união do elenco, e claro diversas outras respostas.

Cada resposta tem uma consequência, sendo distribuído uma espécie de likes em seu “twitter”, alcançando mais seguidores e torcedores que apoiam sua titularidade, ou mais pontos com o treinador, ou nenhum dos dois, basta você escolher a melhor resposta, sendo que na maioria das vezes um é rival do outro.

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“Yellow Card Hunter! Yellow Card EA!”

Nem tudo são flores, e o modo campanha também tem seus defeitos. Um deles está na timeline travada do enredo, não adianta você ir bem ou não, chegará um momento que será emprestado a um time menor para ter espaço, perderá titularidade e sofrerá consequências, faz parte da redenção final seja qual for (sem spoilers!).

Contudo, acredito que seja um ponto a ser melhorado para o próximo ano, precisamos disso! Se faz necessário um acervo, um banco de dados mais robusto ao modo, mais completo, mais condicional. Com trilhas distintas, além do carisma e clube que escolher.

Outro ponto chave na crítica foi a duração, marcada por ser curta, contudo me satisfez, procuro encarar como uma série de televisão, e estamos na primeira temporada, vamos dar tempo a EA, estamos falando de um piloto, que deu muito certo!

Sintetizando, o modo “A Jornada ou Journey” é a cereja do bolo, e a EA pensou fora da caixa mais uma vez trazendo à tona essa campanha, dentro de um nicho que tende a ser muito mais focado ao multiplayer.

Parabéns EA, ano que vem o mínimo que queremos é mais, e melhor!

Nota: fifa2017nota (4,5 / 5,0)

E3 2016 – EA

EALOGO

Amigos e amigas Gamers! Vamos aos destaques da conferência da EA!

Mass Effect Andromeda

Mais uma vez empurrado para a frente, mas não tem problema! Que demore o tempo necessário para ficar incrível!

FIFA 17

Como já mencionamos em alguns podcasts (confiram aqui e aqui), os jogos de esporte poderiam ter um modo história. Acho que chegou a hora, e ainda com a Frostbite Engine!

Titanfall 2

O flop está de volta!

Battlefield 1

Depois de um dos trailers mais acessados no youtube, agora vem o gameplay! Confiram!

Fe

Este ano a EA veio com uma aposta interessante e diferente dos jogos em geral dela (assim como o Unravel no ano passado). Detalhe este jogo é o primeiro do EA Originals que será o selo especial que publicará jogos independentes.

Confiram aqui toda a apresentação!

 

Resenha: Star Wars Battlefront

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Jogue. Ou não jogue. Tentativa não há.


 Há muito tempo atrás, numa galáxia muito muito distante…

Já se passaram 10 longos anos desde a última vez os fãs de Star Wars viram um filme da saga na telona dos cinemas. Talvez por mera coincidência, o ano de 2005 marcou não só o lançamento do Episódio III: A Vingança dos Sith, como também foi o ano do lançamento do último jogo da série Star Wars Battlefront. E, já que em 2015 vamos poder ver de novo Luke, Han e Leia em todo seu esplendor na tela dos cinemas no Episódio VII: O Despertar da Força, porque não aproveitar também para cair dentro do novíssimo e repaginado Battefront?

Lançado este ano para PC, Xbox One e PS4, publicado pela Eletronic Arts e produzido pela DICE – responsável pela mundialmente famosa série de jogos de tiro Battlefield – Star Wars Battlefront traz uma vez mais para dentro do seu videogame o maravilhoso universo Star Wars. Caberá a você se alistar ao exército imperial ou ao lixo rebelde numa guerra que se estenderá certamente ao longo dos anos vindouros – ou quem sabe talvez só ao longo das suas madrugadas insones.

star wars 4“Nada melhor para despertar do que um pouco de velocidade”

Uma obra de arte em suas mãos

Após jogar por mais de 40 horas, não é maluquice dizer que em cada partida me surpreendo com o magnífico trabalho da EA/DICE de transportar todo um universo que tanto amamos para dentro de um disco de bluray.

Falando friamente, já estamos acostumados a travar batalhas de longa escala na série Battlefield. Não é nada novo. Entretanto, nada se compara viver todos os intensos momentos de uma guerra nas estrelas.

A forma como a trilogia original se transmuta para o jogo e como é possível recriar momentos históricos dos filmes clássicos é algo que – arrisco dizer – nunca foi feito em videogame. O visual polido e refinado torna o ambiente tangível: você vai poder, por exemplo, cruzar o horizonte branco de Hoth ou se embrenhar na floresta de Endor, deixando de ser apenas um mero espectador para se tornar um protagonista da saga Star Wars.

O preciosismo e o carinho nos detalhes me agrada. Parece que tudo dos cinemas foi trazido para o game: desde pequenos detalhes como a pistola de Han Solo, até os gigantescos AT-AT’s. E caso não seja suficiente para você ser apenas um mero soldado, você também poderá personificar os personagens clássicos da série para destroçar seus inimigos. Afinal, quem nunca quis enforcar um rebelde usando os poderes do lado negro força?

star wars 2Eu acho a sua falta de fé perturbadora.

 A jogabilidade: Sinta a força!

Sendo um jogo majoritariamente multiplayer, a EA/DICE fizeram um ótimo trabalho em trazer uma boa gama de modos disponíveis. Além do tradicional mata-mata (chamado de Blast no jogo), uma série de outros modos estão disponíveis para os fãs.

As batalhas de larga escala podem ser jogadas nos modos Walker Assault (onde os rebeldes têm de se defender do ataque dos AT-AT’s) e Supremacy (similar ao modo Rush da série Battlefield).

O tradicional pique-bandeira é jogado no Capture The Cargo. Já Droid Run e Drop Zone são similares ao conhecido modo Conquest: porém, ao invés das bandeiras serem capturadas em pontos específicos e pré-determinados no mapa, são pequenos droides móveis ou Pods que randomicamente caem do céu que devem ser o objetivo de busca de cada time, respectivamente.

Caso você esteja em busca de uma aventura mais emocionante, pode embarcar no modo Hero Hunt, onde os níveis de tensão alcançam pontos altíssimos num mata-mata de todos-contra-um, com o “um” sendo um herói ou vilão clássico da série. Em Heroes vs Villains, dois times se digladiam para tentar aniquilar os personagens míticos do time oposto.

Como se não fosse suficiente, a batalha alcança também os céus no modo Fighter Squadron – e se você for rápido o suficiente ainda pode controlar a sucata intergaláctica Millenium Falcon ou a magnífica nave Slave I do Mercenário Bobba Fett.

Variedade é o que não falta.

star wars 1Mais um belo dia para caçar lixo rebelde.

 O lado negro do Jogo – Is it a trap?

Por mais fã que eu seja e por maior que seja minha vontade de bradar que este é o melhor jogo de todos os tempos, infelizmente existem sérios pontos a serem levantados, o mais crucial sendo a completa ausência de uma campanha single player. Embora o jogo ofereça um robusto modo survival e arenas de batalhas para um jogador, é triste reconhecer que o game não traz nada relevante em termos de história – nem mesmo aqueles modos fajutos para um jogador já conhecidos das séries Call of Duty e Battlefield.

Além disso o game sofre com uma péssima estrutura de matchmaking. Além de não poder montar um time (o jogo só permite que você crie duplas), não existe nenhuma opção para selecionar o servidor no qual você deseja jogar.

Outro ponto pecaminoso é a customização de armas, que inexiste. Elas são poucas e eventualmente você ficará saturado de todas. Como se não bastasse, o game recompensa muito pouco o player por subir de nível – com exceção de um skin de shadow trooper aqui e outro acolá. Decepcionante.

star wars 3“Infelizmente, por vezes você vai achar que está faltando algo no game”

O Veredito Final. Vale a pena?

Como diria o sábio Qui Gon Jin, “o seu foco determina a sua realidade”.

Para os que não suportam Star Wars – e merecedores de uma morte lenta devido a este fato, sugiro jogar antes de comprar. Os jogos de primeira pessoa que competem com Star Wars Battlefront são mais robustos e dão mais opções ao jogador.

Para os fãs de Star Wars o jogo é indispensável – e mesmo que você não seja um fã de jogos de tiro, vai perder horas da sua vida grudadas na televisão simplesmente pelo invólucro magnífico em que esta obra prima se apresenta.

No final das contas, se você ama Star Wars, seu coração passará por cima de todos os problemas existentes e sem dúvida alguma você vai amar Star Wars Battlefront. A força é forte neste jogo. Afinal, quem em sã consciência pode resistir à tentação de enlaçar um AT-AT usando o cabo de um Speedster no último segundo de uma partida?

Nota: star wars nota (4,0 de 5,0)

DLC #008: Brasil Game Show 2015

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Arte da vitrine: Rodrigo Estevão
Edição: Diego Ferreira

Amigos Gamers! Sejam bem-vindos ao DLC final das conferências! Diego Ferreira, Diogo Moura, Rodrigo Estevão e Priscila Moura contam as suas experiências no maior evento de games da América Latina! Falamos da organização e disposição do evento, dos stands, da área de Indies e claro, de jogos! Apresentamos também um conteúdo extra onde discutimos o recente aumento de preços dos games e do Xbox no Brasil.

Dica: Escutem até o final depois das despedidas 😉

Conteúdo extra sobre a BGS:

– Brasil Game Show 2015: Dia da imprensa
– Brasil Game Show 2015: Indie Dream Match Edition
– Brasil Game Show 2015: Povão Championship Edition
– Brasil Game Show 2015: Momento em fotos

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