DLC #018: Um papo sobre gerações

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Arte da vitrine: Rodrigo Estevão
Edição: Diego Ferreira
Participantes: Diego Ferreira / Rodrigo Estevão

Olá Amigos e Amigas Gamers! Sejam bem-vindos a mais um DLC do Gamer Como a Gente! A sua dose de conteúdo extra! Devido ao anúncio do Scorpio e as suas implicações, achamos que seria melhor um episódio à parte, ao invés de abordar no próximo GCG News. Batemos um papo aqui sobre as gerações dos videogames e o que elas significam. Além de que comentamos sobre um possível futuro para o qual estamos caminhando, a geração sem geração. E lançamos um questionamento, o que faz uma geração: contemporaneidade ou specs?

Apertem logo o play e vamos lá!

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É isso aí Amigos e Amigas Gamers! O Gamer Como a Gente vai estar presente no primeiro festival Geek & Game Rio Festival 2017! O evento será no Riocentro nos dias 21, 22 e 23 de abril! Se vocês quiserem conhecer o nosso trabalho, conhecer as nossas camisas e bater um papo esperto sobre games, garanta já o seu ingresso!

Já conhecem a nossa forja de armaduras? É bem aqui! Não deixem de ver a nossa estampa “Já chegou o disco voador“! Adquira já a sua camiseta Gamer Como a Gente!

Dúvidas, sugestões, xingamentos, desafios ao mestre platinador é só chamar a gente no email: gamercomoagente@gmail.com

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Chiptune: Volume 3

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Arte da vitrine: Rodrigo Estevão
Edição: Rodrigo Estevão
Participantes: Diego Ferreira / Rodrigo Estevão / Davi Silva
Trilha Sonora: YouTube / Spotify

Olá Amigos e Amigas Gamers! Sejam muito bem-vindos ao nosso volume 3 do Chiptune! O Chiptune é um programa onde pretendemos abordar os mais diversos aspectos das músicas no games e também comentar sobre os principais gênios que fizeram as trilhas que movem os nossos corações gamers!

Neste terceiro programa vamos continuar com a evolução da música nos games com a era 32 e 64 bits. Selecionamos algumas faixas representativas da nossa nostalgia e também de importância histórica para comentarmos esse belo momento no tempo gamer!

Apertem logo o play e vamos lá!

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De graça? Até jogo bom! Edição Setembro 2016

Olá Gamers! Um gamer como a gente nunca fica de fora dos lançamentos! Como é de costume, vamos conferir os jogos de “graça” oferecidos pela Sony e Microsoft para o mês de Setembro de 2016! Apertem o start!

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A Microsoft vem esse mês com um combo de jogos bem interessante, um mix de apostas indies e Triple A’s antigos. Vamos a eles:

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Earthlock: Festival of Magic– Fundeado pelo Kickstarter e produzido pela produtora indie Snowcastle Games, Earthlock: Festival of Magic conta a história de Amon, o vasculhador do deserto, que tenta a todo custo voltar para seu lar. O jogo é um RPG e saiu do forno no ultimo dia 1º de setembro. É lançamento na área! Disponível para download durante todo o mês de Setembro.

Assassin’s Creed Chronicles: China – A Ubisoft vem com mais um dos seus petardos “indies”, jogos que tinham tudo para ser tidos como de menor investimento, mas que possuem profissionais gabaritados dando todo o suporte nos bastidores (Child of Light, estou olhando pra você). Assassin’s Creed Chronicles: China já foi inclusive resenhado no Gamer como a Gente e ganhou a nota de 3,5 de um total de 5 – confira clicando aqui. Disponível para download do dia 16 ao dia 15 de Outubro.

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Forza Horizon – Triple A lançado em 2012, foi mais uma das tentativas da Microsoft de destronar o Gran Turismo. Na época do seu lançamento, foi bastante elogiado em quase todas as mídias. Imperdível para fãs de corrida. Disponível para download do dia 1 ao dia 15 de Setembro.

Mirror’s Edge – Mais conhecido como o “jogo de parkour”. Desenvolvido pela EA e lançado longínquos 8 anos atrás, o jogo teve reviews positivas dos profissionais do mercado, assim como Forza Horizon mencionado acima. Entretanto, a expectativa de vendas da EA foi frustrada – estavam estimando 3 milhões de cópias vendidas, porém apenas 2 milhões saíram das prateleiras. Microsoft investe na estratégia usada pela Sony com frequência durante 2012 e 2013, lançando de graça o Mirror’s Edge agora provavelmente para tentar impulsionar as vendas de Mirror’s Edge: Catalyst continuação lançada este ano. Disponível para download do dia 16 ao dia 30 de Setembro.

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Hoje é a primeira terça feira do mês, e isso quer dizer que mais uma vez teremos atualização da Playstation Store com os jogos grátis para os consoles da Mãe Sony! Gamers que estavam esperando Triple A’s vão ficar decepcionados mais uma vez. Entretanto, os jogos da Sony não são ruins. Aqui estão eles:

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Lords of The Fallen (PS4)– RPG de terceira pessoa e frequentemente comparado com a série Souls, Lords of The Fallen coloca o gamer em uma jornada na pele do criminoso Harkyn, que terá como missão parar as forças demoníacas de um Deus. Prepare seu machado e seu martelo!

Journey (PS4 e PS3) – Indie lançado pela produtora independente thatgamecompany, Journey foi aclamado tanto por crítica quanto fãs em seu lançamento em 2012. Com visuais belíssimos, a versão remasterizada de PS4 mais uma vez incita o gamer, trajando um misterioso robe e um longo cachecol, a cruzar o deserto e chegar ao topo de uma montanha. O jogo foi inclusive nomeado ao Grammy de 2013 por conta de seus efeitos sonoros. Imperdível!

Badland (PS Vita, PS4, PS3)- Vencedor do prêmio Apple Inc.‘s iPad de Jogo do Ano (Game of The Year), o player irá poder controlar a estranha criatura negra Clony enquanto atravessa os belíssimos cenários 2D do game. Indie game lançado pela Frogmind Games.

Além destes, a Sony ainda trás de bandeja os seguintes jogos:

  • Prince of Persia: The Forgotten Sands, PS3
  • Datura, PS3
  • Amnesia: Memories, PS Vita

Vale também salientar que entre os dias 9 e 12 de Setembro o blockbuster e amado-por-muitos Overwatch estará disponível inteiramente grátis para todos os consoles! Te vejo lá!

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E não esqueça de conferir a loja do Gamer como a Gente, a FORJAS GCG! Clique aqui para comprar sua armadura!

Resenha: Cavaleiros do Zodíaco – Alma dos Soldados

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Faça elevar o cosmo do seu coração!!

Aos que conseguiram vivenciar a década de 90 em todo o seu esplendor, é realmente difícil não se identificar com Cavaleiros do Zodíaco. Nessa época não tínhamos internet, raramente tínhamos acesso a um mangá e os animes tinham profundidade zero no nosso país.

Então meus amigos, surgiu na nossa querida e saudosa TV Manchete, aquele anime que seria o desbravador de nossas terras, que abriu portas para outros excelentes animes como Yu-Yu Hakusho, Dragon Ball Z, dentre outros…

Essa nostalgia me fez querer consumir muito os produtos dos cavaleiros. Chicletes com figurinhas, bonecos, álbuns e porque não, o jogo dos Cavaleiros do Zodíaco – Alma dos soldados.

E temos que ter muita nostalgia…

História tão confusa que parece o mangá

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Os modos de jogo de Almas dos soldados não são muito diferentes do que vimos anteriormente. Modo battle, que dá para jogar um “versus” contra seu amigo gamer, torneio da guerra Galáctica que nada mais é do que um torneio normal, sem qualquer ligação com a história. Temos também o modo online, que não traz nenhuma novidade relevante (mas traz muito lag, ahhh como traz…). Mas as grandes novidades são o modo “Batalha de ouro” e “lenda do cosmo”, e é neles que reside a minha grande frustração…

Para quem viu a nova saga dos cavaleiros de ouro chamada Souls of Gold, impossível não ter ficado na expectativa de jogar com as novas armaduras divinas e derrubar a Yggdrasil, muito bom selecionar o Aioria de Leão com a armadura divina e derrotar o… Ikki de Leão?

Apesar de ter as armaduras divinas, o modo de batalha não segue em nada os acontecimentos de Souls of Gold, você apenas faz algumas batalhas sem sentido, claramente com a intenção de que você destrave as armaduras e tenha um pretexto para utiliza-las, já que o modo Lenda do cosmo também não conta com a saga.

Então… Vamos para a Lenda do cosmo!!

Fiquei muito empolgado ao ver que a saga de Asgard foi finalmente adicionada ao jogo dos cavaleiros. Muito interessante poder jogar com Bado, Shido, Mime e afins. Mas eu sou um fã nostálgico, queria relembrar a história e comecei primeiro pela saga do santuário.

A primeira decepção é que você já começa direto na batalha das doze casas, nada de cavaleiros de prata por aqui. As histórias são contadas por meio de cenários que você vai habilitando a cada vitória, mas como a história é mal contada…

Diferentes de jogos como Naruto, onde mesmo sem saber a história do mangá você entende perfeitamente o enredo, no jogo dos Cavaleiros se você não sabe nada a respeito você simplesmente aperta o botão para pular as fraquíssimas cutscenes . A história é pessimamente contada desde a saga do santuário até a saga de Hades, chega ao ponto da narrativa ser feita durante a luta, ou seja, você não consegue prestar atenção na luta e nas falas ao mesmo tempo.

Para completar, o jogo ainda mistura mangá com anime na sua linha narrativa, quando, apesar de ver a saga de Asgard (exclusiva do anime) e na saga de Hades vemos só o Shiryu dispersando a colisão de Exclamações de Athena (Que só ocorreu no mangá, sendo feita pelos quatro cavaleiros de bronze no anime).

Pior que isso, só ver o dragão negro tendo um irmão gêmeo cego…

Esses são os Campos Elíseos, onde as flores parecem papel e o capim é um borrão verde

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Graficamente falando, o jogo deu uma melhorada em relação aos modelos dos personagens, apesar da mão completamente desproporcional, as armaduras estão muito bem feitas e espelham bem a sua grandiosidade, sobretudo com as armaduras divinas, mas quando o assunto é background…

Os cenários não tem vida nenhuma, continuam no mesmo esquema de cenários 3D aonde claramente você observa as bordas, tudo muito pobre, tudo muito mal feito. Mal dá para se notar a diferença entre as doze casas durante as batalhas.

Mas a cereja podre do bolo são os campos Elíseos.

Se me dissessem que aquele cenário foi reaproveitado de um jogo de PS2 eu acreditaria na hora, é simplesmente inadmissível um jogo lançado para PS4 ter aquele nível de qualidade gráfica.

Eleve-se cosmo! Eleve-se ao infinito!!

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Depois de tudo, o jogo está lá no chão, com a armadura esfacelada e o dragão nas costas desaparecendo. Mas eis que escutou Athena chamando diretamente no seu cosmo.

O jogo tem pontos positivos também, mas somente se você é um fã absoluto da série.

A quantidade de skins disponíveis é muito grande, em alguns casos dá para jogar até sem armadura nenhuma. A única coisa que incomoda é a pouca variedade de espectros de Hades. Mas poder finalmente jogar com os guerreiros deuses de Asgard é muito bom.

Sobre as mecânicas de combate, a melhor parte do jogo.

Houve uma clara evolução das mecânicas básicas do jogo anterior, Bravos soldados, a fluidez dos combates está muito melhor, os ataques big bang estão bem bonitos além de algumas finalizações lembrarem muito os ângulos de cena desenhados por Kurumada no mangá original.

Mas não é um jogo profundo, não espere um The King of Fighters nas mecânicas de jogo, todos os combos são ridiculamente fáceis de serem executados e o jogo é bem desbalanceado em alguns momentos. Novatos podem se deliciar com os ataques simples da corrente do Shun que tem um alcance inacreditável, e se desesperar ao perder uma luta levando uma sequencia de golpes simples do Aioria. Porém ficou bem simples esquivar de certos ataques e até mesmo cancelar Big Bangs, o que irrita bastante quando se é a vítima do cancelamento.

O ponto fraco do cólera do dragão

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Mas a coisa realmente ruim e irritante do jogo é que para se ter acesso a todos os colecionáveis você precisa fazer um “grind” absurdo para conseguir moedas e comprar as coisas. As vezes no meio da luta você ganha como prêmio o desbloqueio do item “para compra”, o que é bastante frustrante. O pior de tudo é que o jogo te obriga a jogar muitas vezes. Como o esquema de batalha não é profundo, isso se torna um martírio sem fim e um círculo vicioso.

“O sistema de jogo é simples, seria melhor se tivesse todos os personagens, para ter todos os personagens você tem que se acabar de jogar com os poucos personagens que tem.”

A recompensa parece não valer o custo e você acaba desistindo.

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O jogo é recomendável apenas para os fãs da série, como jogo de luta é bem raso. Destaque para a dublagem em português com os dubladores originais da série. Para quem não sabe, Cavaleiros fez tanto sucesso que elevou os dubladores a um novo patamar, transformando-os em celebridades para os fãs.

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De graça? Até jogo bom! Edição Janeiro 2016

Olá amigos gamers! Ano novo, vida nova, mesma coisa na PSN… Vamos aos jogos de grátis do mês de Janeiro!

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Lembrando que depois da atualização de sistema do Xbox One os seus usuários podem jogar os quatro jogos disponíveis (dois da nova geração e dois do Xbox 360). Vamos a eles!

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Disponível a partir do dia 16 de janeiro, Zheros é um beat’em up ambientado em um mundo de ficção científica, bom para passar o tempo. Agora o Killer Instinct… esse merece um parágrafo.

Da mesma forma que critiquei a PSN no mês anterior por soltar um jogo episódico, te forçando a comprar o restante para ver o fim, a Live solta um jogo de luta incompleto. O Killer Instinct liberado é o SEASON ONE!! Sabe o que isso significa? QUE O JOGO TEM A MESMA QUANTIDADE DE LUTADORES QUE O MORTAL KOMBAT UM! Oito lutadores, eu disse OITO! Daí você me pergunta: Mas só tem oito mesmo? NÃO! Você vai ter que meter a mão no bolso e comprar os outros lutadores se quiser. Pelo menos vai vir junto a versão original de arcade do Killer Instinct, deve ter mais lutadores que o jogo mais moderno… Disponível todo mês de Janeiro.

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Dirt Showdown é um bom jogo de rally, mas com uma pegada mais arcade. Se você quer um jogo de rally que te divirta com manobras impossíveis e não te dê muita dor de cabeça com o arco de aprendizado, este é seu jogo! Disponível na segunda quinzena de janeiro.

Deus Ex é um jogo bem comentado em nosso podcast (bem aqui ó!), saiba tudo sobre o jogo na nossa resenha e não se preocupe, spoilers estão bem sinalizados. (Já escuto Rodrigo Estevão dizendo na nossa cabeça “tem mais de um ano que saiu na PSN…”).

PSPlus

Opa! Jogo bom? Sim! Triple A? bem… vamos a lista.

PS4

PS4Jan16

Masterpiece dos anos 90, Grim Fandango está disponível esse mês na PSN Plus. Como já dito na nossa matéria sobre os melhores jogos para se jogar no feriadão (não lembra? Aqui ó!), vale muito a pena acompanhar as aventuras de Manny Calavera para se tornar o empregado do mês no Departamento da Morte, humor é o que não falta nesse jogo. Hardware: Rivals é um jogo que lembra muito Twisted Metal, mas sem a mesma personalidade. Triple A? Não foi desta vez…

PS3

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Dragon Age: Origins é um RPG testado e aprovado pelo nosso amigo Diego Ferreira, O Medal Of Honor: Warfighter é um belo item para matar a curiosidade de quem não jogou. Apesar de ter a mesma engine de Battlefield 3, esse jogo não empolgou muito (Cara, que saudade dos jogos ambientados na segunda grande guerra…).

PS Vita

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Além de Grim Fandango, teremos também para o (finado?) PS Vita o jogo Nihilumbra que é um jogo de Puzzle bem interessante. Born é um ser que escapou das garras do “nada” e deve seguir caminho para angariar conhecimento e experiências para no fim ser alguém. Verei com atenção!

E para finalizar, Legends of War Patton, com a grife do History Channel…  já sabem não é?

Aliens

Esses são os jogos de Janeiro amiguinhos! Bom divertimento!