DLC #011: Especial E3 2016

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Arte da vitrine: Rodrigo Estevão
Edição: Diego Ferreira

Depois de um longo hiato, voltamos para falar da E3 que ocorreu entre 12-14 de junho com as principais empresas em suas conferências. Nesse programa discutimos sobre as novidades (será?), novas tecnologias e partirmos para um papo também sobre a relevância da feira. Será que esse tipo de evento é útil ao consumidor? Que tipo de expectativas são lançadas?

Deixem aí nos comentários o que vocês acharam das empresas e as suas opiniões sobre este tipo de evento.

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E3 2016 – Ubisoft

UbiLogo

Amigos e amigas gamers! Estou boquiaberto, nenhum Assassin’s Creed na área! Vamos lá!

Watch Dogs 2

A novidade da Ubi nesta E3. O primeiro não foi lá essas coisas, o trailer enganou a todo mundo e no final acabou sendo um GTA dos pobres, tudo mediano sem destaques. O que será desse segundo jogo da série?

Ghost Recon Wildlands

Tem tudo para ser um ótimo jogo de coop!

For Honor

Ta aí! Aparentemente vai ter uma campanha single player, mas sinceramente continuo achando genérico além da conta. Não entendo este entusiasmo da Ubi. Bom eles têm que estar, não é?

South Park: The Fractured But Whole

Talvez o melhor jogo da Ubi nessa E3! E foi revelado que será um sistema tático de batalha! Vai ser demais! Não esquecendo também do ótimo humor da série!

Grow Up

O simpático robozinho de Grow Home (Nota: até saiu na Plus em algum momento do ano passado, então é possível que vocês tenham) está de volta em mais uma aventura!

Confiram aqui toda a conferência!

Resenha: The Division

 the division logo

Tiro, Porrada e Bomba – Em grupo!


 Dividindo os Fanboys

Mal havia sido anunciado em 2013, The Division já começou causando um rebuliço na indústria dos games. Afinal, no mesmo ano da divulgação do game da Ubisoft todos nós havíamos sorvido as delícias de um shooter em terceira pessoa em um magnífico mundo virtual infectado por um vírus sem cura – me refiro obviamente ao Last of Us, petardo criado pela Naughty Dog e dissecado pelo time do Gamer como a Gente no Podcast #12. As comparações eram inevitáveis.

Depois de quase 3 longos anos de espera, finalmente em 2016 o véu da ignorância foi retirado e conseguimos cair dentro desta nova aventura. Lançado para PS4, XOne e PC, The Division finalmente mostrou a cara. As comparações eram justas? Nem tanto. O jogo não é melhor nem pior, é apenas diferente: mecânicas parecidas, universos similares, objetivos completamente opostos.

O que não quer dizer que seja ruim, é claro.

the division 10“Afinal, rola até um churrasquinho no meio das ruas de Nova York”

 Uma Nova York devastada por um vírus sem cura

O enredo do jogo é simples e se passa em uma Nova York sitiada. A cidade se encontra devastada por um misterioso vírus e isolada do mundo, já não contando com serviços básicos ou acesso a água e comida. A última esperança da metrópole é a agência Division, uma unidade secreta de sleeper agents que são acionados quando o mundo mais precisa. Você, obviamente, é um deles.

Apesar de já batida e recontada em diversos tipos de mídia, a história é interessante. Entretanto, ao contrário do que se espera, ela não prende o jogador como deveria. Não espere uma narrativa elaborada e envolvente, pois o foco não esse. O jogo é dividido em uma série de missões em um mapa de mundo aberto e isso acaba por cortar a fluidez do jogo, tornando tudo mais mecânico.

Para tentar contrapor este ponto, os desenvolvedores colocaram uma série de itens colecionáveis espalhados pelo game – desde celulares até drones – que tentam melhorar a experiência imersiva do player dando mais consistência ao universo à sua volta. O esforço é louvável, porém em vão. As missões passam rapidamente à medida que o gamer avança, e poucas vezes você se questiona porque está matando todos aqueles incontáveis inimigos em sucessão.

the division 3“Ela apostou um olho que a história era boa. Deu no que deu.”

 Pôr do Sol Urbano

Uma coisa, entretanto, não se pode negar: a ambição do detalhamento gráfico demonstrado pelos desenvolvedores. A Nova York apresentada parece ter vida. Tudo que é apresentado no game, desde as mudanças climáticas até o interior dos prédios, é de um preciosismo ímpar. Provavelmente um dos jogos mais belos lançados nesta geração (até o momento, é claro).

Como se não fosse suficiente, a “Grande Maçã” é retratada com precisão quase milimétrica. É possível visitar lugares que existem de verdade, como Times Square e Madison Square Garden. Funciona praticamente como um city tour para quem não conhece a cidade. Por diversos momentos dei uma pausa no tiroteio simplesmente para observar o cenário e a interação do personagem como o mesmo. Ponto forte do game da Ubisoft.

the division 2“Realidade ou Videogame?”

 PVE e os Amigos

Para quem ainda não viu nada do jogo e está completamente cru, a informação primordial é que o game funciona como um MMO (Massive Multiplayer Online). Por mais que esse tipo de jogo não esteja completamente difundido nos para os jogadores de console, a modalidade já é bem conhecida dos players de PC.

O efeito prático, na verdade, é simples: você precisa ter internet para jogar, pois estará sempre online e interagindo com outros jogadores. Por mais que você consiga tranquilamente zerar o jogo sozinho, a grande diversão é jogar cooperativamente com mais 3 amigos em grupo, sejam desconhecidos ou gamebrothers de longa data.

As missões principais da história não demoram muito e logo após isso o game se torna uma busca eterna para se conseguir itens raros – desde armas até equipamentos – para melhorar os atributos e skills do seu personagem. Essa estrutura já pode ser vista em alguns jogos disponíveis atualmente para consoles, como Destiny, Borderlands e Diablo.

E por mais que a jogabilidade do game não mude praticamente nada, estando você no nível 5 ou no nível 30, é o tipo de jogo que vicia e que faz você refazer a mesma missão várias vezes na esperança de descobrir uma nova pistola ou um novo colete à prova de balas.

the division 4“Convenhamos, comandar em grupo é muito melhor que jogar sozinho”

 PVP e a Dark Zone

Ainda que a maior parte do jogo seja PVE (mais conhecido como “Player Versus Environement”, ou seja, você contra o computador), os gamers mais audaciosos vão querer entrar na Dark Zone. No jogo, a Dark Zone é a parte de Nova York que foi abandonada e cercada devido à contaminação excessiva do vírus. Lá não existe lei e a anarquia reina. E é por lá que rolam as partidas de PVP (Player Versus Player).

Além de encontrar outros gamers para enfrentá-los, vale salientar que também é possível  encontrar inimigos controlados pelo computador. A grande vantagem é que eles são muito mais poderosos que os inimigos normais e, após aniquilados, deixam itens mais raros/poderosos que os de costume.

Para melhorar ainda mais a dinâmica, todos os itens coletados na Dark Zone estão contaminados pelo vírus. Ou seja, o jogador não pode simplesmente equipar o novo equipamento adquirido após matar um inimigo – ele deve extrair o item de helicóptero. Este processo leva tempo, e outros jogadores menos amistosos podem ir atrás de você para tentar roubar seus ganhos antes que você consiga extraí-los para fora da Dark Zone em segurança.

the division 5“A tensão te aguarda na Dark Zone”

 O acerto de contas

Ainda que o jogo ainda tenha alguns bugs no servidor e tenhamos visto cenas lamentáveis na primeira semana de lançamento (tipo essa), penso que foi apenas falta de preparo da Ubisoft por não saber mensurar o sucesso que seria o próprio jogo que criou. Tenho confiança que esses pequenos gargalos serão superados com o tempo.

Aviso também que o gamer de console vai ter que se acostumar com alguns “poréns” que não são usuais para esse tipo de plataforma, apesar de comuns no computador. Por exemplo: quando o servidor está cheio, existe fila para entrar no jogo e você tem que esperar, mesmo que vá jogar sozinho.

No entanto, apesar dos pesares, The Division é um jogo que vale a pena jogar simplesmente pelo fator social. Mesmo não tendo um enredo que não chega nem perto do The Last of Us mencionado no início da resenha, jogar com os amigos e enfrentar os perigos de uma Nova York sitiada em grupo é realmente muito legal. A tensão instaurada quando se joga na Dark Zone é preciosa e diria que única em jogos de videogame. A Ubisoft acerta em cheio onde muitas outras desenvolvedoras falharam.

Nota:   the division nota ( 3,5 de 5 )

DLC #008: Brasil Game Show 2015

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Arte da vitrine: Rodrigo Estevão
Edição: Diego Ferreira

Amigos Gamers! Sejam bem-vindos ao DLC final das conferências! Diego Ferreira, Diogo Moura, Rodrigo Estevão e Priscila Moura contam as suas experiências no maior evento de games da América Latina! Falamos da organização e disposição do evento, dos stands, da área de Indies e claro, de jogos! Apresentamos também um conteúdo extra onde discutimos o recente aumento de preços dos games e do Xbox no Brasil.

Dica: Escutem até o final depois das despedidas 😉

Conteúdo extra sobre a BGS:

– Brasil Game Show 2015: Dia da imprensa
– Brasil Game Show 2015: Indie Dream Match Edition
– Brasil Game Show 2015: Povão Championship Edition
– Brasil Game Show 2015: Momento em fotos

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Artigo: Brasil Game Show 2015 (Dia da imprensa)

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Estivemos presentes ao dia de imprensa da Brasil Game Show deste ano graças a ajuda de vocês, então vamos trazer notícias para vocês!!! (E jogar é claro, jogar muuuuito!).

Diego Ferreira e eu adentramos a feira deste ano esperando boas coisas, na parte técnica, não há o que ser dito. A infraestrutura funciona muito bem, mas o dia de imprensa sempre é o menos movimentado e não é realmente testado, Estarei de volta no dia 10 de outubro e falarei disso em uma resenha futura sobre o chamado “dia do povão” (que é o dia em que sempre fui e realmente é bastante cansativo). Mais uma vez o stand da Sony está de frente para o da Microsoft, o que exigirá bastante da paciência dos gamers nos dias abertos ao público.

Mas o que? Vamos falar de games? SIM!! Vamos falar de games!!!

Aquecimento Gamer

Ao entrarmos na BGS a primeira coisa que fizemos foi… comer (somos gamers pobretões que não andam de avião, patrocínios são bem-vindos, contatos no site! :p). A praça de alimentação está bem ampla como no ano passado, então não acredito em maiores problemas para quem queira bater uma bóia, indicamos fortemente os hambúrgueres de costela recheados com cheddar vendidos pela O’Burguer, fuja do hot pocket do Bob’s.

Burguer“Cometemos a indelicadeza de não tirar uma foto na hora de comer… mas é igualzinho ao da foto institucional, pode confiar!”

Saciada nossa fome, adentramos pela rua Indie. Mais uma vez os criadores de jogos Indies foram relegados ao “fundão” da feira assim como os videogames eram relegados ao “fundão” na CES (Consumer Eletronic Show), que era onde os videogames eram apresentados antes da E3 . Com dificuldades para expor seu produto em um local tão árido do interesse dos gamers “triple A” e até mesmo da imprensa especializada, destaco o jogo DON’T KILL THE NIGHT, para driblar essa quase segregação o desenvolvedor de som do jogo se vestiu de guerreiro templário e nos atraiu para um belo bate papo. O jogo estava na versão beta mas era bem divertido, com foco nos mobile ele consistia em salvar um bobo da corte que, sem ter mais serventia para o rei, foi colocado em uma corrida de obstáculos mortais vestindo uma armadura de templário. Recomendo a todos uma visita ao Luis (o cavaleiro templário aí da foto) e ao Guilherme que com uma equipe enxuta e bem aguerrida conseguiu desenvolver o jogo em incríveis três semanas!!!

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Seguimos nosso aquecimento visitando o setor de arcades da feira, algumas máquinas tinham comandos imprecisos, mas como não amar e jogar novamente os velhos The King of Fighters, Tekkens e o Daytona!!!!

Fechamos o nosso aquecimento com uma maravilhosa visita ao acervo de vídeo games antigos, foi muito bom ver vídeo games que nunca havia visto de perto e reverenciar novamente o meu querido MEGA DRIVE!!

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Outro ponto positivo é que pude testar os óculos de realidade aumentada da Samsung no stand da Saraiva e tive uma das melhores sensações da minha vida. Por um problema de formação nos olhos, eu não consigo enxergar o 3D dos cinemas por exemplo. Coloquei os óculos já pensando no pior, jamais conseguiria aproveitar mais essa tecnologia, mas para minha surpresa eu fui inserido em uma belíssima cena de batalha do novo filme dos Vingadores e pude perceber que os óculos compensam o meu problema de visão! Me senti como um deficiente auditivo que volta a escutar com a ajuda de um aparelho, não esquecerei esse momento jamais!!

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Começando com boas notícias e algumas não tão boas assim…

Depois de me estressar com uma máquina de Forza 6 que não funcionava direto (vamos consertar isso aí Saraiva!) fomos até o stand da Microsoft, e por incrível que pareça o nosso coração foi conquistado não pelas suas novidades triple A, mas por um jogo simples e divertido que Diego Ferreira cunhou como “Contra com gráficos divertidos”, CUPHEAD!!

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As nossas expectativas foram totalmente correspondidas quando jogamos a demo do jogo com batalhas apenas contra chefes, jogabilidade perfeita, ambientação incrível e um senso de humor refinado faz com que esse jogo seja obrigatório para usuários de Xbox One.

Jogamos também o Rare Replay e logo o jogo mais difícil de todos os tempos BATTLETOADS!!!

Apesar de não haver nenhuma melhoria nos gráficos de NES, a jogabilidade ficou excelente no controle moderno do Xbox One, com certeza um “must have” para os usuários do console.

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Em meio a Halo e Gears of War Collection, encontramos um tesouro em uma tumba escondida, mas a cereja do bolo fica para o final…

 Um encontro e boas impressões de organização

Para mim, sendo a empresa com stand mais desorganizado do ano passado, a Sony parece ter aprendido algumas lições para castigar menos os seus fãs. Agora as partidas tem um tempo pré-definido na maioria dos jogos e você não fica absurdas duas horas esperando o outro gamer morrer jogando Far Cry 4. Embora a espera para jogar Dark Souls 3 ainda esteja absurda!!

Falando nele, a demo do jogo nos mostra gráficos realmente cunhados para a nova geração. Belos efeitos de luz e sombra e movimentos mais fluidos, lembrando muito Bloodborne, fazem com que esse seja Dark Souls mais rápido de todos os tempos em relação ao combate. Para nós que somos fãs recentes da série (Graças ao nosso mestre platinador Rodrigo Estevão), parece ser um título imperdível.

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Imperdível também é Star Wars Battlefront, jogando o modo Survival, exatamente como Rodrigo Estevão jogou na EGS mexicana (Confira aqui), pude ver uma jogabilidade mais fluída do que o próprio Battlefield e gráficos impressionantes. Armas estão bem legais e é um jogo bastante convidativo, pode-se usar a visão de terceira pessoa (excelente para quem sente náuseas como o Diego Ferreira) e usar também a primeira pessoa, mas o ponto alto é que você pode alternar tudo isso in game sem precisar entrar em menus chatos. Isso ajuda na velocidade do gameplay já que é possível usar primeira pessoa para uma melhor precisão de tiro e usar rapidamente a terceira pessoa para facilitar batalhas contra armas maiores como os AT-STs (vai dividir minha atenção com o novo CoD com certeza).

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Mirando o novo Street Fighter 5, acertamos nossos olhos no novo game dos Cavaleiros do Zodíaco. Diego esperava mais do mesmo e eu esperava apenas gráficos melhorados, mas o que vimos foi um jogo de luta competente e divertido. Não pode se dizer que seja um jogo de luta técnico, mas o sistema de combos ficou bem interessante para quem não quer ficar horas a fio aprendendo as manhas do jogo. Gráficos lindos e jogabilidade livre que lembra o clássico do Dreamcast Powerstone fazem com que esse jogo seja mais do que um captador de dinheiro dos fãs. Destaque para as animações dos golpes finais que lembram muito alguns ângulos de cena utilizados por Kurumada nos mangás. Recomendado!

Após uma divertida apresentação do Yoshinori Ono – produtor da série Street Fighter – pulamos direto na fila para jogar Street Fighter V e sermos os primeiros do mundo a jogar com a mais nova brasileira da franquia. Laura tem seus atributos bem… brasileiros, e sua jogabilidade é muito boa em combate. Rápida e precisa nos contra ataques, Diego Ferreira conseguiu uma apelativa vitória sobre mim e escutarei isso por um bom tempo…

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Apesar de achar Street Fighter IV um bom jogo, ainda sentia nele algo preso na jogabilidade, mas essa sensação desapareceu na nova versão. Gráficos fluídos e efeitos visuais casam perfeitamente com uma jogabilidade linda e que enche o nossos olhos. Detalhes como os movimentos e as roupas se mexendo de acordo com os golpes são de um perfeccionismo impressionante. Com certeza é obrigatório para todos os usuários de PS4.

A cereja do bolo…

O dia já terminava e nos preparávamos para ir embora quando vimos uma fila ao lado do stand da Microsoft que quase nos passou despercebida. Próximo da simpática cosplay de Lara Croft, a fila mais parecia ser uma apresentação em vídeo do novo jogo do Tomb Raider, assim como tivemos do Witcher e Dragon Age no ano passado. Mas ao adentrar na sala que lembrava uma tumba, tivemos a melhor surpresa da noite.

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Uma demo jogável de Rise of the Tomb Raider para Xbox One.

Que forma memorável de terminar o dia. Gráficos atualizados e bem superiores ao definitive edition do jogo anterior, jogabilidade perfeita e uma movimentação de câmera tão rápida e precisa que chegava a assustar. As armas conhecidas do jogo anterior como arco e flecha não estavam disponíveis, a demo focava mais em explorar do que no combate. Mas ainda assim foi a grande experiência que tive na noite, algo para os caixistas se orgulharem (apesar de ouvir sempre Rodrigo Estevão repetir a palavra “temporário” na minha cabeça…).

Vale a pena ou não vale?

Melhorando um pouco a cada ano, a BGS se tornou um evento obrigatório para os gamers do Brasil. É a quarta vez que vou ao evento e, apesar do cansaço do final do dia, compensa e muito! Aproveite o feriadão e se delicie nesse mundo fantástico, Gamer Como a Gente recomenda!!