GCG Podcast #050: Super Mario Odyssey

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Arte da vitrine: Rodrigo Estevão
Edição: Diego Ferreira
Participantes: Diego Ferreira / Rodrigo Estevão
Trilha Sonora: OST de Super Mario Odyssey

Olá Amigos e Amigas Gamers! Sejam bem-vindos a mais um podcast do Gamer Como a Gente! Comemorando o nosso quinquagésimo episódio do podcast principal, vamos resenhar o sensacional Super Mario Odyssey! E de quebra é a nossa primeira análise de um jogo de Nintendo Switch!

Apertem logo o play e vamos lá!

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Dúvidas, sugestões, xingamentos, desafios ao mestre platinador é só chamar a gente no email: gamercomoagente@gmail.com

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Chiptune: Volume 6

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Arte da vitrine: Rodrigo Estevão
Edição: Diego Ferreira
Participantes: Diego Ferreira / Rodrigo Estevão / Davi “Maestro” Silva
Trilha Sonora: YouTube / Spotify
Música de encerramento: Taylor Davis: Song of Time and Song of Storms

Olá Amigos e Amigas Gamers! Sejam muito bem-vindos ao nosso volume 6 do Chiptune! O Chiptune é um programa onde pretendemos abordar os mais diversos aspectos das músicas no games e também comentar sobre os principais gênios que fizeram as trilhas que movem os nossos corações gamers!

Neste sexto volume comentamos sobre a genialidade de Koji Kondo e especificamente a sua composição em The Legend of Zelda! E de quebra ainda falamos um pouco sobre essa amada franquia.

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Artigo: GCG Tunes #002

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Olá Amigos e Amigas Gamers! Sejam bem vindos ao GCG Tunes a nossa atração onde discutimos as músicas que embalam as nossas jogatinas.

E para esse segundo post vamos falar sobre o áudio do Super Nintendo vs Mega Drive. Sim! Teremos console wars. Para saber mais sobre isso não deixem de ouvir o Gamer como a Gente número 2.

É clichê ouvirmos que o SNES ganhava de lavada o Mega no quesito áudio, porém, isso não é totalmente verdade e ao longo do artigo irei explicar o motivo. Quando fala-se de áudio digital na geração 16 bits, entende-se por reprodução de arquivos WAV. Na época não existia CODECs, por isso não havia MP3. Os WAVs consumiam muito espaço em um cartucho que possuíam apenas 4 megabytes.

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A Nintendo investiu pesado no áudio de seu console. O Super Nintendo possuí um sistema de som moderno para época que consiste em um chip de 8 bits da Sony e um outro de 16-bits, ambos compartilhando a mesma memória. O sistema de áudio  funcionava completamente separado do sistema principal do console, era um sistema potente e complexo ao mesmo tempo de se trabalhar.

A SEGA utilizou em seu console um chip de som PSG que foi reaproveitado do Master System e dois chips Yamaha 2612 FM que foram reaproveitados de Arcades nas décadas de 80 / 90. O foco da empresa na época era trazer os Arcades para sua casa, e isso facilitou os vários ports para o console.

Dizem que o ponto fraco do áudio do Mega está na reprodução de vozes. As pessoas costumavam falar que todo mundo era rouco no Mega, e isso em boa parte dos casos era verdade em outras um exagero. A culpa era sempre atribuída aos chips de som, porém,  problema do hardware do Mega era o mau uso por parte das desenvolvedoras.

Veja abaixo alguns exemplos de boas vozes digitalizadas no Mega Drive.

Você deve estar se perguntando agora, porque então os desenvolvedores não reproduziam vozes assim no Mega Drive em todos os seus títulos ?

Para fazer essas vozes de qualidade no sistema da SEGA era necessário usar os chips FM, o problema é que os arquivos gerados ficavam muito grandes, e cada byte em um cartucho naquela época custava fortunas. Outro problema era gerar vozes simultâneas, o chip só tinha um canal para voz, por isso poucos optavam por esse caminho, e optavam em fazer as vozes digitalizadas através do chip PSG no qual a qualidade era sacrificada mais ele poupava muito espaço no cartucho.

Um bom exemplo é a comparação da versão beta do Street Fighter 2 Turbo com a versão final.

Versão Beta

Versão Final

E como o Super Nes como fica nesta história? O sistema da Nintendo era fácil de reproduzir vozes no geral, porém ele não era isento de problemas, é comum encontrarmos vários títulos no sistema com vozes abafadas ou com pitch estranho ou distorcido.

O Super Nintendo que foi lançado no final de 1990 (dois anos depois do Mega Drive), dando tempo para a Nintendo analisar a rival. A Sega foi a pioneira na geração, e a rival fez o dever de casa aprendendo com os erros do pioneirismo. O SNES tinha um chip mais potente, que nos trouxe trilhas maravilhosas para o console e muitas composições marcantes, mais quando era lançado um título multiplataforma as diferenças entra as plataformas ficavam claras.

Listei abaixo algumas comparações entre as duas plataformas.

Samurai Shodown

SNES

MEGA

SNES

MEGA

Fatal Fury

SNES

MEGA

Fatal Fury 2

SNES

MEGA

Shadow of the beast

SNES

MEGA

Earthworm Jim

SNES

MEGA

Tecnicamente, o Super Nintendo possuía um hardware muito melhor para reprodução dos sons, e sempre nos entregava um excelente resultado em seus jogos, porém, o som do Mega Drive, se bem utilizado não ficava para trás.

Para a nossa playlist de hoje  temos 5 clássicos do SNES versus 5 clássicos do Mega. Espero que tenham gostado e deixe nos comentários quais músicas da geração 16 bits tocam no seu coração.

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E3 2016 – Nintendo

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Mais uma vez a Nintendo veio com a sua conferência digital, o que é bem moderno por assim dizer, mas perde o contato com o público vibrando a cada anúncio. E teve um que realmente deixou a galera maluca!

The Legend of Zelda – Breath of the Wild

Precisa dizer mais? O jogo está lindo! Confiram o trailer aqui, mas na apresentação da Ninty tem vários outros momentos com gameplay bem legais!

Axiom Verge

Finalmente o WiiU tem um Metroid! Jogão que já tinha saído para outras plataformas, e chegou ao console da Ninty.

Também houve outros anúncios como Pokémon, Dragon Quest, Paper Mario, etc. Mas nada super relevante. Sobre o NX, nada foi mencionado também.

Resumão

Confiram aqui a apresentação, via Gamespot.

Cloud Strife no Super Smash Bros

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Embora muitos gamers sempre tentem sacramentar o funeral da Nintendo, a Big N sempre tem uma carta escondida na manga. Apesar de ter decepcionado na E3 e na TGS, e mesmo com o Wii U correndo por fora na guerra entre o PS4 e o Xbox One, a empresa mostra mais uma vez que sempre tem espaço no palco principal das notícias do mundo dos games.

Através da sua plataforma Nintendo Direct, a Big N anunciou ontem, 12 de Novembro, um reforço de peso para o Super Smash Bros, o principal jogo de luta da empresa. Estamos falando de ninguém menos do que Cloud Strife, personagem principal do blockbuster Final Fantasy VII (jogo este, inclusive, tema do primeiro podcast do Gamer como a Gente)

A data de lançamento do DLC ainda não foi anunciada, mas a Nintendo promete mais notícias em Dezembro de 2015. O jogo está disponível para Wii U e Nintendo 3DS.

Confiram o trailer abaixo, com direito à trilha clássica de FFVII. Qual será a sensação de comandar o Mario com um Omnislash?